A EMPRESA

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Amanda Amaral e Claudiene Amaral

No início de fevereiro de 2005, sem muita noção de empreendedorismo, com recursos limitados, mas com muita vontade de dar certo e paixão pelas plantas, nascia o Jardins e Afins, uma nova ideia no seguimento.  Não queríamos concorrentes e sim, parceiros. Não queríamos ser mais um, mas, sim, os primeiros. Não viemos para dividir e sim para somar. E foi com esse pensamento que contagiamos as pessoas e os profissionais da construção com um novo conceito de vender plantas em forma de paisagismo.

Iniciamos pela escolha do terreno. Ainda éramos inocentes. Não analisamos alguns itens que hoje sabemos o quanto é importante, como o fluxo de pessoas, estacionamento, região, metragem quadrada, entre outras coisas que qualquer bom investidor iria analisar no primeiro instante.

Bom, achamos o terreno, e nele havia uma casinha, ou melhor uma quase casinha. Não tinha teto, não tinha nada, mas o achamos perfeito, pois o terreno era grande e logo vimos ali a possibilidade de transformar em um belo show room de paisagismo. Fizemos lagos, pergolados, decks, vasos, fontes; tudo bem orgânico, com personalidade e muito charme - como sempre foi nossa empresa. DEUS sabe o quanto viajei em cada centímetro quadrado daquele terreno.

 

No princípio não foi nada fácil. Foram muitas mudanças e grandes adaptações. Mudamos nossa rotina, houve uma mudança financeira e, em meio a essa história, surgiu até um sócio: o banco. Mas no final do primeiro ano de empresa, com muito trabalho e alegria, o dispensamos. No ano seguinte traçamos nossas metas.

 

Tínhamos muito trabalho e tive que me dedicar mais ainda, até descobrir todos os caminhos das pedras, que incluía bons fornecedores, novidades para os nossos queridos clientes, viagens para selecionar as plantas certas conforme os projetos... Eu ficava muito tempo no Jardins e Afins. Como morávamos em um apartamento e a empresa sempre foi um local gostoso, agradável e prazeroso, minhas filhas estavam sempre ao meu lado. 

De uma forma divertida e leve, elas cresceram em meio as plantas e a natureza.

Com as mãos sujas de terra se tornaram mulheres que hoje fazem parte desse sonho. São minhas parceiras de trabalho. 

 

Meu muito obrigada as filhas amadas.  Não chegaria aqui se não acreditassem em mim, se não respeitassem minha inevitável ausência e se negassem suas origens do interior. Comemos dela, bebemos dela e respiramos da nossa tão maravilhosa natureza.

 

A gente ama o que faz!

 

Clau Amaral